<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title></title>
	<atom:link href="http://www.semilla.com.br/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.semilla.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Mar 2012 15:25:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title></title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=557</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=557#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 17:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/?p=557</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.semilla.com.br/novosite/wp-content/uploads/2012/03/FOLDER-email-Floripa3.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g557]"><img class="aligncenter size-full wp-image-558" title="Constelação Florianópolis - Abril" src="http://www.semilla.com.br/novosite/wp-content/uploads/2012/03/FOLDER-email-Floripa3.jpg" alt="" width="801" height="686" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=557</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Relacionamentos &#8211; uma perspectiva sistêmica</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=543</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=543#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/?p=543</guid>
		<description><![CDATA[Todo relacionamento pressupõe o encontro de vivências e experiências diferentes sentidas por dois – eu e você. Seja lá o que este eu e você tenha de significado. Às vezes o outro é um pensamento, sentimento, sensação ou alguém imaginário ou real que em algum momento atravessou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p dir="ltr">Todo relacionamento pressupõe o encontro de vivências e experiências diferentes sentidas por dois – eu e você. Seja lá o que este eu e você tenha de significado.</p>
<p dir="ltr">Às vezes o outro é um pensamento, sentimento, sensação ou alguém imaginário ou real que em algum momento atravessou na nossa linha do tempo.</p>
<p dir="ltr">O eu é carregado de verdades e o outro também. No entanto se pressupormos que a minha verdade é melhor que a sua teremos, sem sombra de dúvida, um conflito que nos impedirá de relacionarmos de forma natural e criativa.</p>
<p dir="ltr">Por outro lado se entendermos que a minha verdade é tão verdadeira quanto a sua verdade, a possibilidade de relacionamento acontece de forma criativa, onde as nossas diferenças têm lugar e fazem sentido.</p>
<p dir="ltr">As diferenças podem ocorrer numa dimensão interna do individuo quanto na dimensão externa. Elas se expressam no pensar, no sentir e no fazer de cada instância dentro e fora de nós.</p>
<p dir="ltr">A beleza humana está contida em tudo que é natural, pois fazemos parte de algo maior que nos guia e conduz à nossa integridade enquanto seres vivos que contém e está contido no Universo.</p>
<p dir="ltr">O universo humano possui uma dimensão de infinitas possibilidades, onde a todo o momento nos oferece o caminho de abraçar a vida de frente e buscar a essência do ser feliz.</p>
<p dir="ltr">Algumas pessoas acreditam que ser feliz é ter o modelo mais recente e bonito do carro, a casa no Condomínio X, a roupa da marca Y, etc., outros acreditam que ser feliz é estar com a pessoa amada, que pode suprir as suas necessidades afetivas, sexuais e emocionais.</p>
<p dir="ltr">Esta forma de pensar é simplesmente a transferência da própria vida para coisas ou pessoas. Ninguém pode ser feliz de verdade se não o fizer em si mesmo, independente de qualquer objeto ou pessoa.</p>
<p dir="ltr">Isto não significa que ter algo que lhe dê conforto, prazer ou alguém amado na vida não seja importante. Isto contribui e muito, mas o amor está dentro de cada ser que se reconhece no Universo como responsável pela vida que recebeu e cultiva dentro de si a liberdade e o amor.</p>
<p dir="ltr">A liberdade de conviver com as diferenças com respeito, com as mudanças constantes e o Amor presente na dádiva da vida promove leveza ao nosso ser, onde podemos sentir X, mas podemos não sentir X. Eu escolho o caminho, sem, no entanto me prender a nenhum deles como algo estático e fixo.</p>
<p dir="ltr">É a dança da vida que nos faz sempre presente, como uma metamorfose ambulante, em busca da essência da vida dentro de nós. É a busca pelo sentido desta jóia rara e simples que é viver.</p>
<p dir="ltr">Os sentimentos, sensações ou pensamentos divergentes coexistem dentro de cada um ser vivo e em geral surgem em momentos que nos convidam ao crescimento.</p>
<p dir="ltr">Quando surgem muitas vezes nos traz incômodo, sintomas, raiva, etc., mas se reconhecermos que tudo isso é fabricação de nosso interior e que anuncia uma presença dentro de nós, como se fosse um emissário, poderemos abrir os nossos sentidos e o nosso coração para ouvir a canção que ele  quer sussurrar  aos nossos ouvidos.</p>
<p dir="ltr">É a presença do nosso inconsciente criativo que contém em si a sabedoria de todo o Universo dentro de nós.</p>
<p dir="ltr">A intimidade, quer conosco mesmo ou com outrem,  passa por esta escuta que nos chama para um novo estágio de consciência e nos coloca a caminho de novas perspectivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=543</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As fases da vida e a biografia humana &#8211; 2ª parte</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=500</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=500#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 01:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/?p=500</guid>
		<description><![CDATA[Retornando ao nosso tema de As fases da vida e a biografia humana, falaremos nesta 2ª. parte dos primeiros três setênios. As forças do crescimento fazem com que no primeiro setênio a criança sinta o mundo e abra-se para os órgãos do sentido, fortalecendo a percepção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.semilla.com.br/novosite/wp-content/uploads/2011/12/Imagem_fases_vida_2.jpg" rel="wp-prettyPhoto[g500]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-502" title="Imagem_fases_vida_2" src="http://www.semilla.com.br/novosite/wp-content/uploads/2011/12/Imagem_fases_vida_2-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" /></a>Retornando ao nosso tema de As fases da vida e a biografia humana, falaremos nesta 2ª. parte dos primeiros três setênios.</p>
<p>As forças do crescimento fazem com que no primeiro setênio a criança sinta o mundo e abra-se para os órgãos do sentido, fortalecendo a percepção de que o mundo é bom, o que mais tarde servirá de base para o desenvolvimento da confiança.</p>
<p>Caso a criança não tenha experiências que confirme a sua percepção de que o mundo é bom, ela poderá na vida adulta ter dificuldades de relacionamento e de entrega.</p>
<p>A percepção de que o mundo é bom pode se apresentar em diversas situações, independente do que é vivido no núcleo familiar, apesar deste ser fundamental para a apresentação da criança no mundo.</p>
<p>Experiências de vida, mesmo que dolorosas, podem ser internalizadas como força de superação e aprendizagem. Crianças que não tem a presença diretamente a figura paterna/materna presentes também podem viver internamente a percepção de que o mundo é bom, através da ligação com figuras que trazem esta vivência.</p>
<p>É a ordem interna de fazer do limão uma limonada desde a infância, isto pode desenvolver habilidades e características como flexibilidade, adaptabilidade e outras tão importantes para a sua estada.</p>
<p>A partir do segundo setênio – 7 a 14 anos, a criança inicia de forma mais forte a expressão de sua individualidade, através da sua admiração para com o que a rodeia. O mundo é percebido como belo e a natureza é uma fiel aliada neste momento. A descoberta de tudo que nos cerca é algo muito significativo para o desabrochar do senso estético, que se manterá por toda a vida.</p>
<p>Podemos perceber tudo que é externo e manifestar a nossa percepção, admiração e reconhecimento do mundo e das pessoas, em especial a descoberta de pessoas que nos sirvam de referência como figuras de autoridade amada, que nos possibilita o aprendizado. O sentir ganha força neste período e a criança começa a expressar o seu querer de forma mais explícita.</p>
<p>No terceiro setênio – 14 a 21 anos, o jovem busca compreender o mundo pela verdade, questionando os valores recebidos, na tentativa de se auto afirmar como individualidade, capaz de sair para a vida com autonomia. Neste momento existe uma espécie de quebra no mundo do jovem, onde o mundo protegido da família e da escola dá lugar ao nascimento do ser social.</p>
<p>Não são apenas os órgãos sexuais que estão prontos para a reprodução da espécie, mas o jovem está pronto para expressar o seu fazer no mundo, através da tomada de decisões que o levam a escolhas entre as diversas modalidades profissionais e sociais.</p>
<p>Nesta fase se dá a escolha da Carreira profissional e isto às vezes é carregado de inseguranças, expectativas e angústias.</p>
<p>A partir dos 21 anos é o momento de tornar-se responsável pela própria vida e arcar com as consequências de suas próprias escolhas. O individuo sai de dentro de si e vai para o mundo como um herói em busca da conquista de sua “Excalibur”.</p>
<p>Acredita que poderá vencer todos os obstáculos, pois tem toda a<br />
vitalidade necessária para se tornar um cavaleiro. Passará por muitas peripécias até conquistar o seu cálice sagrado – O Santo Graal- atravessará muitos desfiladeiros internos e externos para sair vitorioso.</p>
<p>Algumas vezes as experiências em busca da autonomia são carregadas de frustrações decorrentes de experiências do passado ou até mesmo emaranhamentos existentes dentro do sistema de origem. Isto faz com que o jovem sinta-se inseguro, revoltado ou deprimido.</p>
<p>Este grande período dos 07 aos 21 anos encerra o circuito onde o individuo recebe do mundo tudo o que precisa para a sua formação básica e o prepara para o próximo ciclo que tem como tarefa o amadurecimento da alma através da experimentação no mundo.</p>
<p>Aguarde a continuidade deste tema onde abordaremos o próximo período biográfico dos 21 aos 42 anos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=500</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sucessão saudável. Como fazer?</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=473</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=473#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 05:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/?p=473</guid>
		<description><![CDATA[Empresas nascem com um propósito. Um propósito que surge na necessidade e energia de seus fundadores. Ao longo do tempo, a ação se organiza. Pessoas chegam, relações se estabelecem, surge a organização e a força de produzir e crescer.Muitas vezes, porém, a empresa é criada dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Empresas nascem com um propósito. Um propósito que surge na necessidade e energia de seus fundadores. Ao longo do tempo, a ação se organiza. Pessoas chegam, relações se estabelecem, surge a organização e a força de produzir e crescer.Muitas vezes, porém, a empresa é criada dentro de uma mesma família e chega o momento da sucessão. Como planejar essa transição de forma que os valores sejam preservados? Que a energia do fundador seja transmitida às gerações posteriores?</p>
<p>A questão é mais delicada em empresas familiares porque uma empresa familiar em sua constituição, a organização tem uma ligação quase que física com o fundador, com a família. Quando acontece algo com a empresa reflete diretamente na família e vice-versa.</p>
<p>Com o passar dos anos, quando a organização começa a crescer, e a família também, uma das maiores dificuldades enfrentadas é conseguir separar o que é de interesse da família e o que é necessidade da empresa.</p>
<p>A empresa quando cresce passa a ter necessidades próprias, que podem ser diferentes das necessidades e interesses da família, apresentando divergência de interesses entre seus componentes e a empresa. Nem sempre os filhos, por exemplo, têm os mesmos interesses dos pais, ou têm outra visão sobre o negócio e esperam retornos pessoais do que é produzido empresarialmente.</p>
<p>Nesse momento é preciso que a organização encontre um equilíbrio entre a relação familiar e os interesses empresariais; entre o que é da empresa &#8212; lucratividade, capital necessário &#8212; e o que é patrimônio construído e de posse da família, dos herdeiros, a fim de que tanto as relações familiares quanto o desempenho empresarial sejam mantidos.</p>
<p>Um sucessão vitoriosa acontece quando existe a consciência das pessoas e da organização, alinhando valores e buscando a força na origem da organização.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=473</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A chave perdida</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=248</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=248#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 19:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=248</guid>
		<description><![CDATA[A vida nos oferece diversas oportunidades para nos encontrar com a nossa imagem verdadeira, porém na maioria das vezes, o individuo se fixa em determinados padrões que dão origem às chamadas crenças limitantes para a realização do verdadeiro potencial intrínseco e desta  forma a criatividade e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida nos oferece diversas oportunidades para nos encontrar com a nossa imagem verdadeira, porém na maioria das vezes, o individuo se fixa em determinados padrões que dão origem às chamadas crenças limitantes para a realização do verdadeiro potencial intrínseco e desta  forma a criatividade e a flexibilidade ficam também recolhidas a este campo limitante da expressão.</p>
<p>É neste contexto que o individuo desenvolve crenças quanto a abundância, ao sucesso, ao poder, ao amor, a capacidade de realizar, sonhar e ser feliz.</p>
<p>A vida é algo que naturalmente nos impulsiona para frente, no entanto, às vezes devido as nossas crenças limitantes, brigamos com os sinais e o movimento e desta forma mantemo-nos num padrão  repetitivo  para o crescimento. Isto ocorre em pessoas, grupos e empresas que também ficam a mercê das crenças distorcidas e  limitantes dos seus condutores.</p>
<p>Esta atitude corresponde ao comportamento de uma pessoa em relação a um objeto perdido, quando ela  repete o caminho na expectativa de encontrar o objeto, mas é o mesmo caminho. Portando não acha o objeto e isso  frustra-a e faz com que ela fique presa dentro do mesmo circuito.</p>
<p>A constelação familiar é um novo olhar sobre velhos incômodos, saindo do raciocínio óbvio.</p>
<p>No processo das constelações familiares e organizacionais pode-se identificar suas potencialidades reais e os recursos  existentes, despertando assim a semente adormecida. Para isto nunca é tarde.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=248</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre árvores e empresas</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=245</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=245#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 19:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=245</guid>
		<description><![CDATA[Qual é o segredo para o sucesso de uma árvore? Em sua sabedoria silenciosa, a folha mais distante, presa ao galho mais afastado do solo, não ignora que a seiva que lhe dá forças vem de suas raízes, que estão debaixo da terra. No ambiente empresarial, muitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é o segredo para o sucesso de uma árvore? Em sua sabedoria silenciosa, a folha mais distante, presa ao galho mais afastado do solo, não ignora que a seiva que lhe dá forças vem de suas raízes, que estão debaixo da terra. No ambiente empresarial, muitas vezes nos esquecemos dessa verdade simples. Pensa-se no futuro, no desenvolvimento, sem se buscar apoio na força originária da empresa, nas idéias e motivação de seus fundadores.</p>
<p>Uma visão de futuro consistente dependerá não só do reconhecimento das contingências presentes, mas também da identificação dos “pontos fortes” da empresa, dentre os quais se encontram, certamente, os valores que inspiraram seu surgimento.</p>
<p>Atenção: com isso não se quer que o passado “escravize” presente e futuro. Isso nunca! A busca pela inovação deve ser permanente, um dos principais eixos de uma empresa. No nosso mundo, o estático cede cada vez mais terreno ao transitório, e devemos aprender a lidar com isso.</p>
<p>No entanto, olhar para o passado, buscando não respostas prontas, mas inspiração e orientação na definição da visão de futuro da empresa, é extremamente salutar. Quando a semente germina, desaparece fisicamente, mas continua presente em essência em cada uma das partes da árvore, inclusive na folha mais alta e distante do solo!</p>
<p>No nosso trabalho de consultoria sistêmica, existem ferramentas possíveis que servem como diagnóstico fotográfico da força da árvore empresarial e grupal. E no momento que conseguimos visualizar e viver a interdependência e a inter-relação das partes com o todo, podemos amplificar para o planejamento estratégico através da construção da visão de futuro, considerando os passos necessários na linha do tempo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=245</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>a construção da intimidade</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=157</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=157#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 21:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=157</guid>
		<description><![CDATA[Muitas pessoas se queixam da solidão e buscam em diversas atividades uma forma de driblar a sensação de estar só. No entanto, a solidão está diretamente proporcional à nossa capacidade de criar intimidade nos nossos relacionamentos. Criar intimidade significa nos tornar vulneráveis ao outro, assumir compromisso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas pessoas se queixam da solidão e buscam em diversas atividades uma forma de driblar a sensação de estar só. No entanto, a solidão está diretamente proporcional à nossa capacidade de criar intimidade nos nossos relacionamentos. Criar intimidade significa nos tornar vulneráveis ao outro, assumir compromisso e responsabilidade para com o próximo.</p>
<p>Em geral isto nos causa medo, pois o outro pode invadir a nossa pseudo- privacidade, gerando em nós a sensação de estar sendo controlado ou até mesmo invadido em nossa forma de ver e nos relacionar com o mundo.</p>
<p>Nós temos a idéia de que criar relacionamentos é bom quando as pessoas são parecidas conosco, adotam o nosso ponto de vista. São portanto  nossos espelhos. Quando encontramos alguém, num primeiro momento podemos nos apaixonar, colocando nesta pessoa todas as nossas expectativas quanto a um relacionamento íntimo. Isto se chama projeção.</p>
<p>Quando convivemos um pouco mais com a pessoa, percebemos que ela não corresponde aquilo que projetamos nela e então nos decepcionamos e aí nos deparamos com duas alternativas:</p>
<p>• Ficar sozinho novamente;<br />
• Voltar-nos para nossa própria dimensão e explorar a nossa individualidade, de tal forma que possamos conhecer-nos em essência, sem necessidade de projetar no outro aquilo que no fundo desejamos de nós mesmos, ou ainda que aprendemos através dos condicionamentos a respeito do que é o relacionamento a dois.</p>
<p>A primeira alternativa é difícil num primeiro momento, mas é confortável, pois nos coloca no papel de &#8220;certinhos&#8221;, enquanto o outro é culpado porque não correspondeu aquilo que temos como a imagem do bom parceiro (a). Além disso, nos livra do incômodo de nos tornar vulnerável a presença do outro.</p>
<p>Muitas pessoas vivem mudando de relacionamento, numa tentativa inconsciente de não se tornar vulnerável e íntima de alguém. Se tornar vulnerável a alguém significa abrir o coração. Para abrir o coração precisamos nos sentir seguros e para isso é necessário nos conhecer melhor.</p>
<p>Em geral uma pessoa que muda constantemente de relacionamentos pode esconder um desconhecimento da própria identidade e do seu valor real. Isto a torna muitas vezes narcisista, que significa uma pessoa com pouca noção do próprio eu e do seu valor real.</p>
<p>Esta condição gera na pessoa sensações de insegurança, tristeza e solidão, que a empurra a se ocupar, fazendo muitas coisas na tentativa de se livrar do seu próprio olhar e exame da própria individualidade.</p>
<p>Ramana Maharishi, sábio indiano diz: &#8220;procurar nas realizações externas a fonte da felicidade, sem descobrir o verdadeiro Eu, é como tentar cobrir o mundo inteiro com couro para evitar a dor de andar sobre pedras e espinhos. É muito mais simples usar sapatos&#8221;. (citado no livro Amor e Sobrevivência – Dean Ornish).</p>
<p>Busque o essencial em si mesmo, abra o seu coração e perceba que você faz parte do Universo e tudo aquilo que você viveu constitui a sua história e como dizia o filosofo Sartre: &#8220;Não importa o que fizeram com você. O importante é o que você faz daquilo que fizeram com você&#8221;. No ditado popular: &#8220;Fazer do limão uma limonada&#8221;.</p>
<p>A construção da verdadeira intimidade se dá a partir da abertura do nosso coração para a vulnerabilidade e esta por sua vez só é possível quando confiamos e conhecemos a nossa essência.</p>
<p>Se você está constantemente insatisfeito com os relacionamentos afetivos de sua vida ou tem a sensação de estar sozinho na vida, examine o quanto você quer e tem espaço para se tornar íntimo de alguém.<br />
&#8230;</p>
<p><em>Por <span style="color: #008080;"><strong>Eunice Brito</strong></span></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=157</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As fases da vida e a biografia humana – 1ª Parte</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=153</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=153#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 21:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=153</guid>
		<description><![CDATA[A Biografia é a trajetória pela qual todo ser humano passa; engloba desde a fecundação, nascimento, desenvolvimento, transformações até a morte. Abarca todas as fases de qualquer ser humano e é marcada por etapas, e as passagens destes momentos, as vezes se apresentam como crises. As crises [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Biografia é a trajetória pela qual todo ser humano passa; engloba desde a fecundação, nascimento, desenvolvimento, transformações até a morte. Abarca todas as fases de qualquer ser humano e é marcada por etapas, e as passagens destes momentos, as vezes se apresentam como crises.</p>
<p>As crises podem ser encaradas como oportunidades de desenvolvimento e transformação, onde são revistos crenças e valores que guiaram o individuo até aquele ponto. É como se tivéssemos que rever o nosso manequim e o modelo que é adequado para o novo momento.</p>
<p>James Hillman afirma que a construção da “biografia humana envolve beleza, mistério e mito”. Todos nós podemos ser heróis nesta trajetória. Heróis da própria história, onde se busca a construção da melhor biografia, que segue por sua vez o sentido lógico da vida.</p>
<p>Desde há muito tempo, já na Antiga Grécia,  tenta-se compreender a trajetória biográfica através de ciclos. Existem diversos modelos de compreensão, mas aqui nos deteremos aos setênios &#8211; (ciclos de vida marcados a cada sete anos).</p>
<p>Partimos do pressuposto que somos seres espirituais, que recebemos uma matriz corpórea biológica herdada dos nossos pais e uma matriz psico espiritual herdada dos nossos ancestrais (família, raça, país, etc.)</p>
<p>A família é a célula por onde este ser se desenvolve e recebe a herança sistêmica das gerações que o antecederam. A vida que chega a cada um de nós vem de muito longe e cada família traz em si as raízes deste princípio, que nem sabemos ao certo quando e como começou. Portanto todos dentro de uma família estão conectados com uma fonte por onde a vida começa.</p>
<p>Nesta dimensão estamos todos ligados a uma consciência que nos faz buscar as nossas referências de tal forma que possamos sentir que pertencemos a um grupo, que nos sustenta na trajetória do destino da vida.</p>
<p>No início da vida, a biografia é marcada por três setênios onde o homem recebe do mundo tudo o que precisa na sua trajetória na terra. A princípio recebe um corpo para desenvolver, crescer e expressar sua individualidade</p>
<p>As fases da vida representam um tema extenso e interessante, razão pela qual optamos em dividir em 5 (cinco) partes. Acompanhe em nosso site a continuidade e publicação da segunda parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=153</wfw:commentRss>
		<slash:comments>151</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>o dom</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=149</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=149#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 21:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[A criança desenvolve interesses, aptidões, habilidades a partir da convivência e das oportunidades que lhe são oferecidas. No entanto desde muito cedo se percebe expressões que são próprias daquele ser. Expressões que revelam algo de fundamental, essencial e significativo. São potencialidades que moram no centro do individuo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A criança desenvolve interesses, aptidões, habilidades a partir da convivência e das oportunidades que lhe são oferecidas. No entanto desde muito cedo se percebe expressões que são próprias daquele ser.<br />
Expressões que revelam algo de fundamental, essencial e significativo. São potencialidades que moram no centro do individuo e que possibilitam o contato do ser com a sua razão de existir.</p>
<p>A essas expressões podemos chamar de dom.</p>
<p>O dom está diretamente relacionado com este arquétipo que denominamos de Self ou arquétipo central, que indica a totalidade daquilo que mora no mais profundo do nosso ser, da essência de nossa individualidade e que se expressa através de símbolos ao longo da vida. É como uma memória que temos dentro de nós, que podemos acessar e trazer a sua resultante para a ação e indica o nosso estágio evolutivo dentro do desenvolvimento da humanidade.</p>
<p>Um dom pode ser identificado desde muito cedo e estimulado para que possa se desenvolver, dando força para a expressão do indivíduo.<br />
Por outro lado quando o dom não é identificado pode ser traduzido na vida adulta por insatisfação, apesar da conquista do sucesso.</p>
<p>O mito encarna o ideal de todo ser humano: a conquista da própria individualidade.</p>
<p>Este ideal no ser humano pode ser correlacionado, principalmente na fase da vida representada pelo momento da escolha de uma profissão ou uma carreira. O símbolo que contempla este momento pode ser chamado de Mito do Herói.</p>
<p>Para Junito Brandão, etimologicamente, herói poderia significar aquele que guarda, conserva, defende, vela sobre, é útil, donde herói seria o guardião, o defensor, o que nasceu para servir.</p>
<p>Podemos pensar servir ao quê? Acompanhando o raciocínio podemos considerar o que em nós reside desde o princípio de nossa existência – o dom.</p>
<p>O herói é essencialmente um arquétipo, que nasceu para suprir muitas de nossas deficiências psíquicas e obedece ao mesmo perfil e modelo nas mais diferentes culturas. É o precursor arquetípico da humanidade em geral, representa, portanto, uma figura da psique coletiva, sendo sua trajetória seguida pela humanidade, de tal forma que os estágios do mito heroico façam parte do desenvolvimento da personalidade de cada indivíduo.</p>
<p>Ele representa, de acordo com Lutz Muller. “o modelo do homem criativo, que tem coragem para ser fiel a si mesmo, aos seus desejos, fantasias e às suas próprias concepções de valor. Ele se atreve a viver a vida, em vez de fugir dela. Ele supera o profundo medo diante do estranho, do desconhecido e do novo. Trilha caminhos que, por um lado, tememos, mas que, por outro, percorreríamos prazerosamente em segredo: caminhos em esferas ocultas e proibidas do ser de difícil acesso: trata-se aí de países estrangeiros ou galáxias distantes, de fenômenos naturais incompreensíveis ou da escuridão da nossa alma. À medida que ele não se deixa desviar do seu propósito pelas advertências de outros homens, nem pelos seus próprios medos e sentimentos de culpa, mantendo-se aberto e disposto a aprender, capaz de suportar conflitos, frustrações, solidão e rejeição, ele adquire novos conhecimentos e realiza ações que possuem uma força transformadora, não apenas em relação a ele, mas também à sociedade. Ele representa características fundamentais de que precisamos para o domínio da vida e o embate criativo com a nossa existência. Seu caminho é o caminho da auto realização”.</p>
<p>A todo este desenrolar do crescimento humano damos o nome de Biografia, onde a máxima é a expressão do próprio dom, para fazer aquilo a que viemos determinados pelo destino, numa perspectiva de cumprimento da missão essencial que mora dentro do nosso ser espiritual que se revela através de nossa ação no mundo.</p>
<p>O trabalhar servindo o dom que reside no interior de cada um de nós, significa lapidar esta essência, através do nosso desenvolvimento, fazendo com que possamos nos tornar um talento naquilo que realizamos na trajetória da vida.</p>
<p>Portanto o talento pode ser considerado como a expressão da lapidação do dom inato dentro de cada indivíduo.</p>
<p>Nesta dimensão temos a realização do ser humano que concretiza aquilo que está ajustado a sua missão e expressa suas potencialidades de forma tranquila, porém sem exclusão da luta, marcada no ciclo do herói, que tem como demanda vencer os obstáculos através das peripécias na saga rumo a conquista da totalidade de sua personalidade.</p>
<p><em>Por <span style="color: #008080;"><strong>Eunice Brito</strong></span></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=149</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>constelação familiar</title>
		<link>http://www.semilla.com.br/?p=143</link>
		<comments>http://www.semilla.com.br/?p=143#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 21:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.semilla.com.br/novosite/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[A Terapia Sistêmica Fenomenológica [Constelação Familiar] é uma abordagem desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger e que nos últimos 15 anos vem encantando o mundo pela capacidade de encontrar soluções inovadoras para os problemas familiares de ordem sistêmica. Todos nós estamos ligados por uma rede de ligações invisíveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Terapia Sistêmica Fenomenológica [Constelação Familiar] é uma abordagem desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger e que nos últimos 15 anos vem encantando o mundo pela capacidade de encontrar soluções inovadoras para os problemas familiares de ordem sistêmica.</p>
<p>Todos nós estamos ligados por uma rede de ligações invisíveis com o Universo e, independente de termos consciência disto ou não, sofremos as conseqüências disso. A esta rede de interligação e inter-relação damos o nome de sistema. Qualquer movimento dentro do Sistema afeta as suas partes.</p>
<p>É semelhante à imagem de um móbile. Quando a brisa atinge uma parte do móbile, promove-se um movimento em todas as demais partes. Algumas são afetadas pelo movimento de uma forma mais intensa, de acordo com a proximidade ou alinhamento ao movimento inicial.</p>
<p>Bert Hellinger é filosofo, psicoterapêuta e viveu durante 16 anos na África do Sul como missionário, dirigindo uma escola. Durante este período, entrou em contato com variados tipos de sofrimento humano e isto o sensibilizou para a observação e a busca de alternativas para auxiliar as pessoas.</p>
<p>De volta à Alemanha estudou Psicanálise, Análise Transacional, Terapia Primal,Terapia Sistêmica entre outras, e foi construindo o seu próprio caminho.</p>
<p>Observando as relações humanas constatou que todo sistema tem algo que o une e o mantém vivo, na perspectiva de continuidade. Da mesma forma que o corpo humano é formado por diversos órgãos, células e o fluído da vida que une e possibilita as relações e as conexões entre tudo é o sangue, Bert percebeu que aquilo que une emantém o sistema em direção à vida é o fluxo do Amor.</p>
<p>E percebeu que este fluxo se constitui numa Ordem, que ele chamou de Ordem do Amor e corresponde a uma determinação que impulsiona todo e qualquer ser humano dentro do sistema.</p>
<p>Dentro desta Ordem temos leis que regem o sistema visando preservá-lo e que são observáveis em todos os pontos do sistema, em qualquer tempo e sob quaisquer circunstâncias.</p>
<p>Quando estas leis são desrespeitadas, por qualquer razão, cria no sistema um bloqueio do fluxo do amor e na tentativa de restabelecer a ordem quebrada, o sistema busca o reequilíbrio.</p>
<p>Isto se assemelha ao nosso corpo que, quando ameaçado, o sistema imunológico reage, buscando criar mecanismos para restabelecer o equilíbrio em nome da vida. A vida é a expressão de algo maior que deve ser preservado.</p>
<p>Em nome da vida, os sistemas buscam se preservar, como se obedecessem à uma consciência que rege a todos, de uma forma inconsciente e invisível. As manifestações dessa consciência podem ser percebidas pelos seus efeitos no grupo familiar através de várias gerações.</p>
<p>Quando o fluxo do amor é interrompido, o sistema cria um bloqueio, que chamamos de emaranhamento. O emaranhamento atinge as pessoas que pertence a este sistema, de forma inconsciente e tende a se repetir por gerações dentro do grupo.</p>
<p>Nestas repetições sistêmicas, o individuo é como que instrumento para que a ordem se restabeleça. A presença de determinados sintomas dentro do grupo, representado por alguém do sistema pode expressar a tentativa inconsciente do restabelecimento da ordem do amor.</p>
<p>Esta compreensão pode ser estendida a família, aos grupos e a sociedade, porque cada grupo é a expressão da união com outros grupos, que formam as comunidades e estas por sua vez formam a sociedade, com sua cultura e sua história através dos tempos.</p>
<p>O que os nossos ancestrais fizeram à Terra e à Natureza, nós estamos respondendo hoje, independente de concordarmos com o que foi feito. E o futuro da sociedade e da humanidade depende do que estamos fazendo hoje.</p>
<p>A vida a que todos estamos ligados vem de muito longe e todos estamos conectados por fios invisíveis, que nos mantém pertencendo a um grupo e inter-relacionados com muitos outros grupos.</p>
<p>O nosso contato inicial com esta dimensão Universal é a família, e os pais são os instrumentos para que a vida se manifeste, independente da consciência desta dinâmica.</p>
<p>Um casal quando se encontra, cada um vem de um grupo, que por sua vez já está inter-relacionado com outros e assim sucessivamente a teia invisível que une os grupos se faz manifesta. Cada participante dessa grande teia tem sua individualidade, mas traz consigo a influência de tudo que acontece dentro do sistema a que  pertence. É como se estivesse no seu DNA a herança de uma questão sistêmica que pode se manifestar através de um membro do grupo.</p>
<p>Leis que regem as ordens do amor</p>
<p>A primeira lei que podemos observar é que toda pessoa, em qualquer época, sob quaisquer circunstâncias tem o direito de pertencer à um grupo, a uma família. Todo e qualquer ser humano nasce do encontro de duas pessoas e, independente da consciência que rege este encontro, o fruto representa a manifestação da vida e pertence a este grupo, mesmo que isto não seja reconhecido.</p>
<p>Mesmo aquela alma que por alguma razão já não está presente fisicamente no sistema, porque teve um destino trágico ou curto, ela também pertence a este grupo. Esta lei é básica e quando alguém por qualquer razão é excluído, o sistema reage e cria um emaranhamento e membros que vem depois estão sujeitos a ocupar o lugar do excluído, como instrumentos de reequilíbrio do sistema, numa dinâmica compensatória.</p>
<p>No coração do representante da exclusão, de forma inconsciente, mora o desejo de reconhecimento a alguém que sofreu com a exclusão do grupo.  É o mecanismo sistêmico reagindo a algo estranho dentro do seu corpo. Aqui não cabem julgamentos, porque em geral as exclusões são frutos de julgamentos. A dinâmica sistêmica não comporta nenhum julgamento, de cunho religioso, moral ou social. O direito de pertencer é inalienável e incondicional.</p>
<p>Todos que estiveram antes no sistema, quer sejam pais, filhos, avôs, bisavôs,  ex relacionamentos amorosos podem ser representados por membros atuais do sistema.  A solução para tal emaranhamento é o reconhecimento, o acolhimento e o respeito aos excluídos, onde são novamente inseridos no grupo, quer estejam vivos ou mortos.</p>
<p>A segunda lei que observamos dentro dos sistemas é o equilíbrio entre dar e receber.</p>
<p>É uma espécie de contabilidade sistêmica. É o exercício de plantar e colher nas relações humanas. O que é feito por um participante de uma relação promove uma ação e reação, que desencadeia um resultado. É uma lei sistêmica que move o encontro entre as pessoas.</p>
<p>Quando alguém faz algo de bom para o outro, este tende a querer retribuir, numa forma de equilibrar a relação, pois quando esta “contabilidade”, não está equilibrada o indivíduo que recebe mais e não consegue retribuir, sente-se devedor e não se mantém na relação. Não há campo de intimidade e, portanto o fluxo do amor não flui.</p>
<p>Esta lei pressupõe também que o equilíbrio entre dar e receber é uma compensação que mantém as relações entre as pessoas equilibradas e, quando isto acontece, os participantes sentem-se bem e tendem a aumentar a troca, promovendo um circuito relacional positivo, de luz nas relações.</p>
<p>Mas, por outro lado, quando alguém faz algo que não é positivo para o outro, para que a relação se restabeleça e possa ter continuidade, é importante que o receptor da ação possa retribuir com algo a altura do que recebeu.</p>
<p>Segundo Bert Hellinger, se há o interesse em se manter na relação, é importante queseja um pouco menos, para que haja espaço do restabelecimento de algo positivo. Caso contrário, se alimenta a relação no seu aspecto sombrio, onde alguém faz algo ruim, o outro retribui com algo pior, aumentando a troca num circuito de sombra, ao contrário da anterior que se constitui como um circuito de Luz.</p>
<p>Muitas relações amorosas terminam porque esta contabilidade não se equilibra e alguém sente que está sendo prejudicado na sua oferta de amor.</p>
<p>Novamente esta lei pode ser estendida à compreensão das relações no pequeno grupo familiar, nas comunidades, na relação empresarial e na sociedade. O que distingue cada uma destas instâncias acima citadas, é a intensidade do vínculo presente, pois na relação familiar o tipo de ligação é indissolúvel, enquanto nas demais,  é algo que pode ser temporal.</p>
<p>A terceira lei que observamos diz respeito a ordem e a hierarquia no sistema. Todo indivíduo tem o seu lugar no sistema quer esteja vivo ou morto, e quando o lugar desta pessoa não é respeitado gera um desequilíbrio na ordem, produzindo um emaranhamento.</p>
<p>Se um filho acha que o pai não é suficientemente capaz de desenvolver o seu papel e julga a ação do mesmo e se coloca numa posição acima deste, subverte a ordem e esta reflete no sistema.</p>
<p>Dentro das leis sistêmicas quem vem primeiro no sistema tem prevalência sobre quem vem depois. Isto se justifica na medida em que a vida que chegou até nós passou antes por nossos antepassados.</p>
<p>É assim também com a Natureza, o que fizeram a Terra anteriormente reflete nos seus filhos que vem depois.</p>
<p>Se olharmos para a nossa sociedade em que o desrespeito aos habitantes que chegaram antes na Terra vem de muitas gerações, podemos compreender o que as gerações do presente sofrem, independente da classe social a que pertence. Nossos ancestrais não são respeitados, as gerações do presente sofrem as conseqüências.</p>
<p>Existem nações que se colocam no lugar de ditar normas para outras, desrespeitando culturas, costumes e crenças, intitulando-se donas da verdade. Do ponto de vista sistêmico isto é um posicionamento que provoca um desequilíbrio nas relações.</p>
<p>Voltando para o grupo familiar, podemos reconhecer o lugar de cada um, independente do que fizeram ou deixaram de fazer, pois o lugar que ocupam é um fato. Quando tomamos esta atitude ficamos em Paz conosco mesmo e ocupamos com mais liberdade o nosso lugar, independente do que recebemos.</p>
<p>Muitas vezes julgamos que recebemos pouco ou então que não foi tão bom aquilo que recebemos, mas dizia o filosofo Sartre: “Não importa o que fizeram a você, importa o que você faz do que fizeram a você”</p>
<p>Esta atitude nos liberta para sermos nós mesmos e tomarmos a vida nas próprias mãos, escolhendo o nosso caminho, com respeito aos que vieram antes. O trabalho de Constelação familiar busca o restabelecimento da ordem, a partir da reconciliação com tudo que existiu e existe dentro do sistema, gerando desta forma a Paz.</p>
<p>É um trabalho que pode promover uma verdadeira transformação no indivíduo, refletindo na sua ação nos grupos e na sociedade.</p>
<p>&#8230;</p>
<p><em>Por <strong><span style="color: #008080;">Eunice Brito</span></strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.semilla.com.br/?feed=rss2&#038;p=143</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

